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Books from Brazil

Based on Seekquel member reading activity. Updated weekly.

  1. Book cover of The Alchemist
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    The AlchemistPaulo Coelho · 1988
    Community rating: 3.58 out of 5

    An Andalusian shepherd sells his flock to chase a recurring dream of treasure at the Egyptian pyramids, and learns along the way to read the omens of his own life.

    • quest
  2. Book cover of Eleven Minutes
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    Eleven MinutesPaulo Coelho · 2003
    Community rating: 3.4 out of 5

    A young Brazilian woman travels to Geneva, hoping to find fame and fortune. Instead, she becomes a sex worker, leading her to question her understanding of love, sex, and personal fulfillment. This story follows her journey of self-discovery as she navigates a new world and confronts her deepest desires.

  3. Book cover of The Hour of the Star
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    The Hour of the StarClarice Lispector · 1992
    Community rating: 3.75 out of 5

    Narrated by the cosmopolitan Rodrigo S.M., this haunting tale follows Macabéa, a typist living in the slums of Rio. Despite her impoverished and unloved existence, Macabéa possesses an inner freedom that confounds her urbane narrator. Through their contrasting perspectives, the author challenges readers' preconceived notions about poverty, identity, and the art of fiction.

    • unreliable narrator
  4. Book cover of Memórias póstumas de Brás Cubas
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    Memórias póstumas de Brás CubasMachado de Assis · 2005
    Community rating: 4 out of 5

    Imagine a man who, after death, decides to tell his life story. Brás Cubas does just that, recounting his experiences with a detached, ironic, and often pessimistic view. This unconventional autobiography offers a unique and critical look at 19th-century Rio de Janeiro society and the complexities of the human condition.

    • unreliable narrator
    • morally grey
    • anti hero
  5. Book cover of O meu pé de laranja lima
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    O meu pé de laranja limaJosé Mauro de Vasconcelos · 2017
    Community rating: 5 out of 5

    ✴ Mais de 2 MILHÕES de exemplares vendidos ✴ ✴ Mais de 150 EDIÇÕES no Brasil ✴ ✴ Traduzido em 15 IDIOMAS ✴ ✴ Publicado em 23 PAÍSES ✴ Nova edição com suplemento de leitura e notas explicativas de Luiz Antonio Aguiar. Um clássico da literatura brasileira, com adaptações para a televisão, o cinema e o teatro, O meu pé de laranja lima é desses livros que marcam época. Lançado em 1968, trata-se de uma história fortemente autobiográfica, que demonstra a mão de um escritor experiente, ciente do efeito que pode provocar nos leitores com suas cenas e a composição de seus personagens. O protagonista Zezé tem 6 anos e mora num bairro modesto, na zona norte do Rio de Janeiro. O pai está desempregado, e a família passa por dificuldades. O menino vive aprontando, sem jamais se conformar com as limitações que o mundo lhe impõe – viaja com sua imaginação, brinca, explora, descobre, responde aos adultos, mete-se em confusões, causa pequenos desastres. As surras que lhe aplicam seu pai e sua irmã mais velha são seu suplício, a ponto de fazê-lo querer desistir da vida. No entanto, o apego ao mundo que criou felizmente sempre fala mais alto. Só não há remédio para a dor, para a perda. E Zezé muito cedo descobrirá isso. A alegria e a tristeza não poderiam estar mais bem combinadas do que nestas páginas. E isso, se não explica, justifica a imensa popularidade alcançada pelo livro.

  6. Book cover of شجرتي شجرة البرتقال الرائعة
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    شجرتي شجرة البرتقال الرائعةJosé Mauro de Vasconcelos · 2018Zezé #1
    Community rating: 4.5 out of 5

    قصة زيزي، الطفل البرازيلي الفقير ذي الخيال الواسع الذي يجد العزاء في شجرة برتقال يتحدث إليها وفي صداقة رجل ناضج. رواية كلاسيكية مؤثرة عن الطفولة والحب والفقد.

    • coming of age
  7. Book cover of Dom Casmurro
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    Dom CasmurroMachado de Assis · 2019
    Community rating: 4 out of 5

    Machado de Assis's 1899 masterpiece follows Bento Santiago, an aging lawyer recounting his boyhood friendship-turned-romance with his neighbor Capitu, the seminary his mother's vow nearly sent him into instead, and the corrosive jealousy that consumes his marriage after his closest friend's sudden death. Narrated by a man readers can never fully trust, it is one of Brazilian literature's defining studies of memory, doubt and betrayal.

    • unreliable narrator
    • betrayal
    • coming of age
  8. Book cover of Água viva
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    Água vivaClarice Lispector · 1973
    Community rating: 3 out of 5

    Água viva has no plot and no named characters. Its narrator is a painter who has turned to writing. She speaks in a single unbroken monologue, addressed at different moments to a former lover, to the reader, or to the page itself. The text is split only by blank lines between paragraphs, with no chapters and no scenes. Clarice Lispector wrote the book in 1973, working from an earlier manuscript she had set aside. It tries to hold a feeling most novels skip past: the sensation of one moment before it becomes a memory. The narrator returns to this instant again and again. She compares it to a flash of color, a smell, a piece of music, rather than building toward an event. Reading it is closer to sitting with someone's private notebook than following a story. Sentences run on, double back, and interrupt themselves. There is no rising action and no ending to spoil, only a voice trying to say something before it changes. At under a hundred pages it can be read in an afternoon, though each page rewards a slower pace. Água viva first reached English readers in 1989 under the title Stream of Life. Stefan Tobler's 2012 translation restored the original title for New Directions, with a preface by Benjamin Moser. It brought the book to far wider notice decades after Lispector's death.

  9. Book cover of Canção para ninar menino grande
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    Canção para ninar menino grandeConceição Evaristo · 2018
    Community rating: 4.5 out of 5
  10. Book cover of Lucíola
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    LucíolaJosé de Alencar
    Community rating: 5 out of 5
  11. Book cover of Vidas secas incluye las crónicas A propósito de la sequía, Norte y Sur
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    Vidas secas incluye las crónicas A propósito de la sequía, Norte y SurGraciliano Ramos · 2001
    Community rating: 4 out of 5

    Una familia expulsada de su tierra por la sequia y la miseria: la historia de la familia Fabiano y su peregrinaje por la supervivencia sugiere un regionalismo sin tierra, donde las extensas descripciones del paisaje son reemplazadas por el drama humano y sus repercusiones politicas. De un realismo critico desafiante, Vidas secas es tambien una novela que reflexiona sobre el rol del escritor y de la literatura ante las miserias del mundo. Graciliano Ramos es uno de los clasicos de la literatura brasilena, ocupando en el siglo veinte lugar comparable al de Machado de Assis en el diecinueve.

  12. Book cover of Vidas secas - Edição Oficial
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    Vidas secas - Edição OficialGraciliano Ramos · 2020
    Community rating: 5 out of 5

    A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, onde parte dos direitos autorais são direcionados a ONG Inoccence Brasil. Vidas secas é reconhecidamente o mais importante livro de Graciliano Ramos e um dos maiores clássicos da literatura nacional. Publicado pela primeira vez em 1938, o aclamado livro retrata a vida miserável de uma familia de retirantes em sua peregrinação pelo sertão nordestino. Se tornando uma das obras-símbolo do modernismo literário brasileiro, Vidas secas é um retrato atual, emocionante e cruelmente verdadeiro sobre o Brasil. Graciliano Ramos nasceu em 1892, no interior de Alagoas, e cresceu na fazenda do pai antes de se mudar para a capital do estado e, posteriormente, para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar na imprensa. Em 1937, foi preso sob vagas acusações de defender ideologias comunistas. Ao deixar a prisão, procurou trabalho como jornalista em um jornal do Rio de Janeiro. O editor então lhe permitiu publicar um texto curto, e Graciliano escreveu um conto chamado "Baleia", sobre o sofrimento e a morte da cachorrinha de uma família de retirantes sertanejos. O conto fez sucesso e o jornal encomendou outros no mesmo estilo. Graciliano produziu então um conto para cada membro da família: o pai, a mãe e os dois filhos. Nascia assim Vidas secas, narrado em terceira pessoa, com treze capítulos que, por não terem uma linearidade temporal, podem ser lidos fora de ordem, como contos. Lançado originalmente em 1938, Vidas secas retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. O pai, Fabiano, caminha pela paisagem árida da caatinga do Nordeste brasileiro com a sua mulher, Sinha Vitória, e os dois filhos, que não têm nome, sendo chamados apenas de "filho mais velho" e "filho mais novo". São também acompanhados pela cachorrinha da família, Baleia, cujo nome é irônico, pois a falta de comida a fez muito magra. Vidas secas pertence à segunda fase modernista da literatura brasileira, conhecida como "regionalista" ou "romance de 30". Denuncia fortemente as mazelas do povo brasileiro, principalmente a situação de miséria do sertão nordestino. É o romance em que Graciliano alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa: o que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

  13. Book cover of Iracema
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    IracemaJosé de Alencar · 1920
    Community rating: 2 out of 5

    Journey into the heart of colonial Brazil with this foundational work of Brazilian Romanticism. It tells the tragic love story between Iracema, a beautiful indigenous woman, and Martim, a Portuguese colonizer. Their romance mirrors the birth of a new nation, exploring themes of cultural encounter, loss, and the origins of a unique identity.

    • forbidden love
    • sacrifice
    • coming of age
  14. Book cover of Eles não usam black-tie
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    Eles não usam black-tieGianfrancesco Guarnieri · 2021
    Community rating: 3.5 out of 5

    A chave para o grande sucesso de Eles não usam black-tie está na emoção que provoca no espectador e no leitor. Eles não usam black-tie, que sempre obteve excepcional êxito onde quer que seja encenada, tendo ganhado vários prêmios em sua versão cinematográfica, marcou o início do que pode ser chamado “o teatro novo brasileiro”. A peça parte, sem dúvida, de uma visão de mundo romântica. Pressupõe uma série de valores básicos, imutáveis, através dos quais os problemas surgem, fazendo estourar conflitos em que os homens se debatem. Por outro lado, a peça apresenta muitos aspectos da realidade brasileira, fornecendo considerável material para reflexões. Os personagens, nascidos de contato direto com o ambiente, estão exemplarmente delineados. Principalmente Romana e Tião. A introdução de uma temática urbana, o conflito de classes, a atuação política de Otávio, o problema fundamental de Tião, são aspectos positivos que contribuem para o desenvolvimento da nova dramaturgia brasileira.

  15. Book cover of Olhos d'água
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    Olhos d'águaConceição Evaristo · 2014

    Em Olhos d’água Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem. Sem sentimentalismos, mas sempre incorporando a tessitura poética à ficção, seus contos apresentam uma significativa galeria de mulheres: Ana Davenga, a mendiga Duzu-Querença, Natalina, Luamanda, Cida, a menina Zaíta. Ou serão todas a mesma mulher, captada e recriada no caleidoscópio da literatura em variados instantâneos da vida?Elas diferem em idade e em conjunturas de experiências, mas compartilham da mesma vida de ferro, equilibrando-se na “frágil vara” que, lemos no conto “O Cooper de Cida”, e a “Corda bamba do tempo”. Em Olhos d’água estão presentes mães, muitas mães. E também filhas, avós, amantes, homens e mulheres – todos evocados em seus vínculos e dilemas sociais, sexuais, existenciais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a humana condição. Sem quaisquer idealizações, são aqui recriadas com firmeza e talento as duras condições enfrentadas pela comunidade afro-brasileira.

  16. Book cover of Quarto de Despejo
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    Quarto de DespejoCarolina Maria de Jesus · 1960

    Carolina Maria de Jesus's diary offers a stark look at life in a São Paulo favela during the 1950s. Through her eyes, we witness the daily struggles for survival, the search for food, and the constant fight against hunger and despair. This powerful account reveals the resilience of the human spirit in the face of extreme poverty and social neglect.

    • survival
  17. Book cover of Um casamento arranjado
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    Um casamento arranjadoZana Kheiron · 2019

    A family in dire straits makes a pact with a wealthy family, offering their daughter in marriage to their son. She's sent to live with a man disfigured by a past accident, expecting a life of hardship. However, amidst the arranged circumstances, an unexpected bond begins to blossom between them.

    • forced proximity
    • grumpy sunshine
  18. Book cover of O meu amigo pintor
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    O meu amigo pintorLygia Bojunga Nunes · 1987

    An eleven-year-old boy grieves the friend who taught him to see the world in color — a melancholic painter who could not survive his own past.

    • coming of age
  19. Book cover of Cuarto de desechos y otras obras
    19
    Cuarto de desechos y otras obrasCarolina Maria de Jesus · 2023

    This collection presents the powerful and poignant writings of Carolina Maria de Jesus, a Brazilian favela resident. Through her diaries and other works, she offers a firsthand account of daily life, poverty, and the struggles of a single mother trying to survive and raise her children. Her observations provide a unique and critical perspective on Brazilian society and its inequalities.

    • survival
  20. Book cover of Angelika
    20
    AngelikaLygia Bojunga Nunes · 1985

    Angelika, a young elephant, lives in a zoo and dreams of flying. When she meets a wise old bird, she begins to believe her dream might come true. This charming story explores themes of friendship, imagination, and the courage to pursue the impossible.