Uma jovem bate à porta de Hercule Poirot durante o café da manhã e faz uma confissão inacreditável: ela acredita que cometeu um assassinato.
O problema? Antes de contar qualquer detalhe, ela muda de ideia, diz que procurou o detetive errado e simplesmente vai embora.
Intrigado, Poirot começa a investigar quem é essa misteriosa terceira moça, que divide um apartamento com outras duas jovens em Londres. Aos poucos, ele descobre que o caso envolve segredos de família, lembranças confusas e pessoas que podem não ser exatamente quem aparentam ser.
Esse é um daqueles mistérios em que a grande dúvida não é apenas descobrir o culpado, mas entender se a própria protagonista pode confiar na sua memória.
O início é um pouco mais lento, já que Agatha Christie apresenta muitos personagens importantes para a investigação, mas conforme as peças começam a se encaixar, a leitura fica cada vez mais envolvente.
E quando chega a revelação final... percebemos que as pistas estavam ali o tempo todo.
Não entrou para os meus favoritos do Poirot, mas continua sendo um ótimo mistério, com uma investigação inteligente e um desfecho digno da Rainha do Crime.
📖 Já conhecia esse caso do Poirot?