Mais um livro da nossa rainha do crime e nesse ela me pegou de jeito, e mais uma vez eu fui feita de trouxa...
Aqui tudo começa quando uma mulher é chamada para um trabalho de digitação em uma casa, e chegando lá ela tem uma surpresa bem desagradável, um homem morto, estirado no Hall de entrada, e quando ela percebe uma senhora chega e aparentemente não viu nada daquilo, ela grita e avisa que ela vai tropeçar, e na sequência sai correndo desesperada é ai que Sheila tromba com o Colin que estava passeando casualmente pela rua, atrás de uma residência específica, ele então chama a polícia e a investigação começa.
Mas logo as coisas ficam muito difíceis de resolver, aparentemente nenhum dos vizinhos viu esse homem entrando na casa, e a senhora que mora ali é cega, então não é de grande ajuda, mas o Detetive Hardcastle não vai descansar enquanto não descobrir o que aconteceu.
A narrativa é um pouco diferente dessa vez, a gente tem a história contada sob dois pontos de vista o do inspetor e o do Colin, e Colin é amigo de um certo detetive Belga, que vai se interessar pelo caso, mas sem participar ativamente da investigação, ele vai dar algumas dicas para o Colin, que apesar de não trabalhar no mesmo setor do Detetive Hardcastle vai ajudar e muito na investigação.
Um livro bem divertido, com algumas tiradas cômicas, e com um desfecho que só o Poirot é capaz de enxergar, porque eu mesma tive que reler os capítulos finais pra ver se eu entendia como eles chegaram nessa conclusão, que sim faz sentido, mas que em nenhum momento eu cogitei esse hipótese.